sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Crônica Minha

Presepada


José Antônio Silva


Presépio, meu filho?

Era um negócio que existia quando eu era do teu tamanho. Tinha umas vacas e um bebê – ou seria um bezerro? Não me lembro direito... Também uns barbudos, tipo aqueles terroristas, com lençol enrolado na cabeça.

Ah... tinha um anjo montado num camelo – senão me engano.

E uma estrela – me parece que era o logo da empresa que patrocinava.


O que significava aquilo tudo, eu não sei. Tinha uns presentes, mas só um valia a pena – me lembro que era ouro, mas pelo jeito só um pouquinho.

Mas nem te preocupa com isso.

A nossa religião é muito melhor que qualquer outra – o nosso querido Papai Noel já deixou os teus presentes no pinheiro.

Mais tarde nós vamos rezar pra ele – significa fazer um brinde, filho!

E abrir os pacotes!


3 comentários:

ayrtoncenteno disse...

Meu Bom José:

Uma presepada para você também.

Um abraço

Ayrton

Lau Siqueira disse...

Aqui na PB, no sertao, 'presepe' eh sinal de coisa esquisita. Belo texto. Feliz 2011 proce.

Steve disse...

Pobrezinho nasceu em belém!
Feliz ano novo, MANO ZÉ DO CAMAQUÃ